
No tabuleiro mundial, a docente detalha o papel do Soft Power — o poder brando da cultura e diplomacia no qual o Brasil se destaca — como contraponto à agressiva disputa comercial e tecnológica entre Estados Unidos e China por minerais raros e fontes de energia. A discussão encerra com um alerta urgente sobre a Inteligência Artificial: o perigo central não reside apenas na manipulação da informação via deepfakes, mas na crescente terceirização da nossa capacidade crítica e dos processos decisórios. Para Denilde, o maior risco em 2026 é permitir que algoritmos e agentes automatizados assumam a nossa autonomia de escolha, inclusive no campo político, moldando silenciosamente o futuro da nossa sociedade.

