
De acordo com dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento do Conselho Nacional de Justiça, o Brasil possui hoje mais de 35 mil crianças e adolescentes vivendo em serviços de acolhimento, seja em instituições ou em famílias acolhedoras. Uma parte significativa desses jovens permanece nesses serviços até completar 18 anos, sem ter sido reintegrada à família de origem ou adotada. Investe-se por anos na proteção desses jovens, mas, justamente no momento mais crítico, a transição para a vida adulta, o suporte desaparece. Isso é mais que um problema social, é uma falha estrutural.
Dar oportunidade é mais forte do que apenas proteger

