
A conversa mergulha em recortes sensíveis, como o estresse racial e a realidade da “geração sanduíche”: mulheres cis, na casa dos 40 a 50 anos, que vivem esmagadas entre o cuidado dos pais que envelhecem e o dos filhos que crescem, sem o suporte de uma comunidade. Ribeiro alerta que essa sobrecarga emocional, quando vivida sem amparo, aumenta drasticamente a probabilidade de adoecimentos físicos graves, reforçando que a cura é essencialmente relacional. Crítica à ideia de substituir o terapeuta pelo chat de IA, ela enfatiza que a tecnologia jamais poderá oferecer o rapport e a regulação entre sistemas nervosos vivos que o encontro presencial e o olhar atento proporcionam.

