
Segundo Flávia, esse desvio de atenção prejudica a constituição da personalidade da criança, que cresce buscando esse “investimento de valor” a qualquer custo.
Flávia não poupou a vaidade docente , criticando o orgulho que impede professores de assumirem que precisam de ajuda para lidar com o burnout e com os desafios de uma geração que já nasce protagonista das decisões familiares. Entre reflexões sobre o “modelo de escola-fábrica” e a necessidade de desaprender para continuar aprendendo , a conversa é um convite para pais e mestres abraçarem a flexibilidade cognitiva.


