
Nilma desmistifica os ataques ideológicos a Paulo Freire, ressaltando o pragmatismo de uma pedagogia que simplesmente funciona e devolve a dignidade a adultos que desenvolveram “mil estratégias” para sobreviver sem saber ler — como o motorista de carro de som de 83 anos cuja maior vitória foi assinar o próprio nome. Sobre os avanços tecnológicos, a educadora conta como integrou o WhatsApp durante a pandemia no projeto “Isolados, mas Lado a Lado” e defende a Inteligência Artificial como uma aliada na pesquisa e no aprendizado. Ela conclui que nenhuma máquina ou algoritmo é capaz de substituir a empatia do professor, a escuta atenta e o brilho nos olhos de um aluno quando percebe que a “janela do mundo” se abriu.

