
A ação foi apresentada na última segunda-feira (2) em um tribunal estadual da Califórnia. Os pais acusam a empresa de levar a IA para dentro das escolas sem alertar famílias e professores sobre os riscos psicológicos. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça.
No processo, a adolescente aparece com o nome fictício de Emma. Ela começou a usar a IA da busca para tirar dúvidas da escola no segundo semestre de 2025. Segundo a denúncia, o volume de mensagens disparou em dezembro, depois que o buscador passou a usar o Gemini 3 Flash, modelo de IA do Google.

