
O alerta vem acompanhado de um dado da Interpol, a organização internacional de polícia: segundo a entidade, fraudes que usam inteligência artificial podem ser até 4,5 vezes mais lucrativas para os criminosos do que os golpes tradicionais.
Segundo Oliveira, ainda não há no Brasil casos comprovados de golpes executados do começo ao fim por agentes de IA, programas capazes de realizar tarefas sozinhos. Mas várias etapas já estão automatizadas, como levantar informações sobre as vítimas, criar mensagens personalizadas e simular identidades.

