
Inspirada pelo livro “Antes de Partir”, Schneider ressalta que os maiores arrependimentos no leito de morte são trabalhar demais e não ter a coragem de ser fiel a si mesmo. Ela utiliza a sua própria história de transformação — ao assumir o seu casamento com uma mulher e renunciar a um cargo de alta liderança em Big Tech — como prova de que a verdadeira realização exige romper com as “algemas de ouro” impostas pela sociedade. Para ela, o objetivo máximo é tornar-se um “ser humano do futuro”, priorizando a presença emocional e a autenticidade para garantir que a tecnologia potencialize a nossa essência orgânica em vez de ditar quem somos diante do espelho da Matrix.


