
Inspirada pelas suas pesquisas na Finlândia e na Dinamarca, a especialista contrasta a “felicidade irracional” e passiva do brasileiro com a infraestrutura de bem-estar dos países nórdicos, onde a proibição de telemóveis nas escolas e o respeito ao descanso são prioridades nacionais. Renata critica o “happy washing” de empresas que oferecem soluções superficiais sem alterar dinâmicas exaustivas como a escala 6×1 ou o “dia de trabalho infinito” imposto pelas mensagens de WhatsApp. Defensora da implementação da semana de quatro dias (4×3), ela demonstra que a produtividade real e a saúde mental dependem da pausa e do cultivo de relações humanas profundas, que permanecem como o maior preditor de uma vida plenamente realizada.


