
Nós, mortais, ficamos sabendo disso no domingo, bem depois que o próprio governo dos EUA ordenou que a empresa suspendesse o acesso de estrangeiros ao Mythos e ao Fable, inclusive estrangeiros que estão dentro dos Estados Unidos.
A pergunta não óbvia que me interessa é: quem lucra quando o mundo inteiro passa a acreditar que “foi criado algo tão poderoso que nem seus criadores conseguem controlar”?


