
O motivo do debate é simples: os chatbots, programas que conversam por texto ou voz como se fossem uma pessoa, deixaram de servir só para trabalho e pesquisa. Agora, eles também viram espaço para desabafos, conselhos amorosos e fantasias.
O tema divide opiniões. Além dos 51,2% que não veem traição no uso erótico da IA, 29% classificam a situação como uma “zona cinzenta”. Outros 19,8% consideram o comportamento uma quebra de acordo do casal.


