
À frente da gestão de conteúdo do maior evento de educação da América Latina, Adriana faz uma distinção clara entre o mercado econômico educacional e o ato sagrado da aprendizagem, reforçando que a pedagogia e a ética humana devem pautar a tecnologia, e não o inverso. A partir da sua experiência pessoal com o diagnóstico tardio de autismo do seu filho, ela denuncia a incoerência das avaliações padronizadas e defende a urgência de um ensino personalizado que respeite a neurodivergência e fortaleça a autoestima das crianças. Adriana rejeita a proibição simplista de telemóveis nas escolas como uma falsa solução temporária, afirmando que o verdadeiro desafio civilizacional consiste em educar famílias e alunos para o uso consciente dos ecrãs, promovendo a presença, o discernimento e a empatia no quotidiano.


