
O número indica uma recuperação do setor, que teve queda nos envios de telas em 2025. Para o consumidor, a mudança sinaliza mais opções de dobráveis nos próximos anos, inclusive de marcas chinesas.
A diferença está na proporção da tela, a relação entre largura e altura. Até agora, a maioria dos dobráveis do tipo “livro”, que abrem como um caderno, combinava uma tela interna quase quadrada (10:9) com uma tela externa alta e estreita (21:9), bem mais fina que a de um celular comum.


