
Com a bagagem de ter coberto marcos históricos como a Constituinte de 1988 e o Plano Real em Brasília, Mônica destaca que a Constituição de 88 estabeleceu o núcleo forte que garantiu a resistência das instituições democráticas diante dos ataques de 8 de janeiro. Ao comparar o modelo atual de jornalismo ao vivo com a ascensão dos influenciadores digitais, ela defende a urgência de resgatar o rigor da apuração, o filtro ético e o investimento em equipes de campo como única saída sustentável para a imprensa de credibilidade. Rejeitando o pessimismo catastrofista, Mônica encerra evocando a célebre máxima do ex-deputado Ricardo Fiúza sobre a chegada inevitável de um “fato novo”, a convicção de que a história é dinâmica e que a humanidade sempre encontrará caminhos disruptivos para se reinventar e proteger a democracia.

