
Com a vivência de quem esteve nas três pontas do mercado — cliente, veículo e agência —, o publicitário refuta as receitas de bolo de “guruzinhos do marketing” e a obsessão cega pelas métricas astrológicas das plataformas digitais. Marcelo adota a filosofia de que “tudo passa” perante a efemeridade do ambiente online, defendendo que um perfil corporativo saudável deve construir um storytelling autêntico alinhado à cultura real da marca, sem ceder a egotrips de executivos ou a polarizações oportunistas. Ele destaca que sua agência não hesita em “demitir clientes” desalinhados de seus valores e reafirma que, mesmo na era das mensagens instantâneas e da automação, um simples telefonema no olho no olho ainda é a ferramenta mais poderosa para desarmar tensões e construir conexões reais.

