
A mestre enfatiza que a consciência é o bem mais precioso da humanidade e que a liberdade autêntica consiste em ser capaz de agir com discernimento, mesmo perante o que não é prazeroso, rompendo com o domínio cego dos instintos. Através do conceito de Sangha (comunidade), ela defende o despertar para a interdependência e o cuidado mútuo, lembrando que não somos o centro do mundo, mas sim elementos de uma teia natural que exige respeito e dignidade . Para a Monja, a resistência contra a brutalidade e o medo reside em levantar a voz contra o “silêncio dos bons” e manter a curiosidade viva para aprender a aprender todos os dias .


