
Subi ao palco após o almoço, logo na sequência de uma dinâmica cuidadosa que a Tati realizou com os cerca de 500 presentes para evitar aquele soninho da digestão. E deu certo. Quando comecei a falar, senti a galera conectada e animada.
Mal sabia eu que iria me aprofundar na prática. Pisei fora do palco — que, por sinal, estava devidamente sinalizado — e sentei de forma involuntária com a virilha na quina da estrutura. Não sei exatamente como, mas me levantei em frações de segundo e continuei falando.

