
Eliane soltou uma bomba que deve incomodar os mais conservadores ao afirmar que o próprio conceito de “humanidade” é uma fraude iluminista, gerado especificamente para segregar quem é “humano” de quem pode ser destruído ou animalizado.
A fofoca intelectual de bastidor é que essas vozes negras do Rio Grande do Sul estão denunciando um apagamento histórico sistêmico, revelando que aquele território — vendido como puramente europeu — possui um legado preto e quilombola que a historiografia oficial tenta neutralizar a todo custo.


