
No papo que tivemos no Inteligência Orgânica, ele revelou que sua postura de “paladino” nasceu de um trauma profundo: a morte da esposa de um colega que, convencida por um guru, abandonou o tratamento de câncer por acreditar que a doença tinha apenas um propósito espiritual.
Kraisch solta o verbo contra o que chama de práticas “iatrogênicas” — aquelas que fazem mal ao paciente —, mirando especialmente a Constelação Familiar. Segundo ele, a técnica, que estudou na própria Alemanha, é um dogma perigoso que pode causar danos psicológicos reais ao atribuir doenças como o autismo a “segredos de família” ou abortos passados.


