
A ciência não tem gênero. O talento não tem gênero. A inteligência não tem gênero. Mas as oportunidades, infelizmente, ainda têm barreiras.
Foi assim com pioneiras como Bertha Lutz, que abriu caminhos quase impossíveis para as mulheres na ciência e na vida pública. Com Enedina Alves Marques, primeira engenheira negra do Brasil, que enfrentou preconceitos estruturais e se tornou símbolo de competência e resistência. Com Gioconda Mussolini, que consolidou a Antropologia Social no país.

