
As acusações se baseiam em reportagens da imprensa nacional e internacional e em testes próprios, que apontam que usuários da plataforma têm produzido imagens e vídeos com caráter sexualizado, erótico ou pornográfico, envolvendo mulheres, crianças e adolescentes, inclusive em situações de nudez ou com roupas íntimas, acessíveis a qualquer usuário.
Técnicos apontam que a geração desse conteúdo sintético constitui atividade de tratamento de dados pessoais e que sua criação sem consentimento viola direitos fundamentais de imagem, privacidade e autodeterminação informacional.


