
A pesquisadora destaca o papel central do Brasil nesse cenário, sendo um dos países mais conectados do mundo e um campo de batalha crucial para a regulação digital. Ela detalha como o TSE assumiu o papel de principal regulador da IA em períodos eleitorais, enquanto projetos como o PL das Fake News enfrentam lobbies intensos das Big Techs. Michelotti conclui que não há solução simples ou lei única que resolva a velocidade da tecnologia, mas que o caminho da resistência exige uma compreensão das dinâmicas complexas entre estados e corporações, além de uma vigilância constante sobre como nossa atenção é mediada por algoritmos.

