
Ao abordar o impacto da automação no futuro do trabalho, Bozza destaca o caso do agente “Diana”, que assumiu a qualificação do long tail de restaurantes no onboarding por WhatsApp, permitindo realocar 100 profissionais para frentes estratégicas e de contas chave. O executivo desmistifica a eliminação de cargos juniores através do programa “Gen AI”, demonstrando que a tecnologia liberta o colaborador das tarefas repetitivas, mas exige o desenvolvimento de competências humanas insubstituíveis, como o julgamento crítico, a formulação de problemas complexos e a escuta ativa (human in the loop). Bozza defende a ambidestria corporativa por meio do conceito de “jet-skis” — pequenos projetos e testes rápidos de inovação com margem para erro aprendida, que deram origem a produtos de grande escala como o Clube iFood e o Hits. Por fim, ele reforça o compromisso do ecossistema com o avanço da pauta previdenciária de longo prazo para os entregadores e o uso do drone como uma solução estritamente pontual e complementar à logística humana.

