
Dúvidas de saúde, aperto financeiro, brigas em família e planos de compra viraram assunto frequente nas conversas com os chatbots, programas que respondem por texto ou voz como se fossem uma pessoa. Muitas vezes, com detalhes que ninguém publicaria em uma rede social.
Segundo Paglia, a preocupação é legítima, mas não há provas de que os aparelhos gravem conversas de forma generalizada para vender anúncios.

