
Na esfera digital, Daniela mantém uma postura madura e seletiva: recusa o uso de títulos clickbait, não expõe a imagem ou a rotina dos seus filhos (de 11 e 8 anos) e desliga ativamente o telemóvel durante os momentos em família, resistindo ao apelo do doomscrolling e da exibição contínua. Ela incentiva o turismo nacional, como a Chapada Diamantina e os Lençois Maranhenses, promovendo o turismo comunitário (como no Rio Tapajós) como um motor de sustentabilidade econômica para populações ribeirinhas. Ao confrontar a pasteurização provocada pelos algoritmos e pelo turismo de massa, Daniela enfatiza que viajar deve ser uma lição contínua de humildade e empatia, abrindo a mente para a alteridade e preservando o encantamento orgânico pelas histórias que os lugares têm para contar.

