
Ao analisar o cenário produtivo nacional, Pinelli critica o “viralatismo” e a ausência de um projeto de estado de longo prazo (30+ anos) que promova a reindustrialização do Brasil e agregue valor tecnológico às commodities do agronegócio. O empresário explica que a introdução de robôs móveis e antropomórficos — como os modelos quadrúpedes da Boston Dynamics que representa no país — deve priorizar ambientes de altíssima periculosidade e mineração, preservando a integridade física dos trabalhadores. Guiado por uma cultura de oportunidade que valoriza o aprendizado através do erro, Tomás conecta a sua atuação empresarial ao apoio direto de projetos sociais de robótica em comunidades vulneráveis, demonstrando que a Indústria 4.0 não elimina o fator humano, mas sim exige profissionais mais qualificados, criativos e dotados de inteligência orgânica.

