
A vocação protetora do professor nasceu em sua infância, após presenciar um grave acidente doméstico em que sua mãe esmagou o dedo no batente da garagem ao sair para o expediente matinal. Inicialmente focado em ser bombeiro, Lailson iniciou sua lida profissional na CLT cortando frios em um açougue de supermercado, onde seu perfil meticuloso o levou a se voluntariar para a CIPA para testar seus conhecimentos e desvendar os meandros da legislação protetiva. Em sua análise contemporânea, ele faz uma crítica severa ao mito do “empreendedor herói” que glamoriza a sobrecarga e o adoecimento coletivo em nome do lucro individual, apontando que as novas gerações estão quebrando essa engrenagem predatória ao priorizarem o tempo livre, o bem-estar e o letramento anti-masculinista.


