
A especialista detalha os três pilares do seu trabalho — desenvolvimento emocional, debate com argumentação e autogestão — como antídotos contra fenómenos como o movimento Red Pill e a romantização de “esposas-troféu” que seduzem os jovens. Burk alerta que a pandemia foi um trauma transgeracional que ainda não processamos totalmente e que nos exige mais honestidade sobre os nossos próprios preconceitos estruturais, como o machismo e o racismo. Para ela, o diálogo genuíno, mesmo que apenas por 15 minutos semanais sem ecrãs, é a única ferramenta capaz de resgatar a subjetividade e a originalidade das próximas gerações perante a fúria do algoritmo.


