Nesta imagem da Lua, o lado visível (o hemisfério que vemos da Terra) é visível na metade superior do disco lunar. Ele é identificável pelas manchas escuras. Essas manchas são antigos fluxos de lava de uma época no início da história da Lua, quando ela era vulcanicamente ativa. A grande cratera que aparece abaixo dos fluxos de lava, escura no centro, é a Bacia Orientale, uma cratera com quase 965 quilômetros de diâmetro que se estende pelos lados visível e oculto da Lua, sendo parcialmente visível da Terra na borda da Lua. Nesta imagem, temos uma visão completa da cratera. Tudo abaixo da cratera é o lado oculto, o hemisfério que não conseguimos ver da Terra porque a Lua gira em seu eixo na mesma velocidade em que orbita ao nosso redorReprodução/Nasa
E hoje, duas décadas depois, eu assisto a humanidade dar mais um passo gigantesco. Quatro astronautas da missão de teste Artemis II, da NASA, fizeram história nesta segunda-feira (06/04), ao atingirem a marca de 400 mil quilômetros de distância da Terra. No início da noite, eles chegaram a 252.756 milhas (406.800 quilômetros).
Mas o que mais me chama a atenção não é a distância. É o significado.