
Os perfis excluídos publicavam vídeos gerados de forma quase totalmente automática, com formatos repetitivos, narrações artificiais e pouco ou nenhum valor criativo original. Apesar disso, o alcance era gigantesco, e altamente lucrativo. Estimativas apontam que, juntos, esses canais rendiam aproximadamente US$ 10 milhões por ano em receita publicitária.
Segundo a plataforma, a exclusão ocorreu após a identificação de violações ligadas a spam, conteúdo repetitivo e produção em massa sem qualidade editorial. Os próprios sistemas automatizados do YouTube foram responsáveis por detectar os padrões suspeitos.

